Polícia mira milícia que extorquia moradores em prédio no RJ
Investigação aponta que grupo expulsou síndicos e cobrava taxas ilegais de serviços em condomínio com ao menos 1,2 mil famílias
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SBT Brasil
Um policial militar foi alvo de uma operação da Polícia Civil contra uma milícia suspeita de controlar um condomínio em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Segundo as investigações, o grupo expulsou os antigos síndicos, assumiu a gestão do local e passou a cobrar taxas ilegais dos moradores.
O condomínio tem 12 blocos e abriga pelo menos 1,2 mil famílias. De acordo com a polícia, as cobranças incluíam serviços como internet, água e gás, e rendiam mais de R$ 85 mil ao grupo. Moradores que se recusavam a pagar eram ameaçados.
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Um dos alvos foi o policial militar Carlos Luiz Torres Corrêa, conhecido como “Carlão”. Ele é apontado como integrante da quadrilha e suspeito de ameaçar moradores que não aceitavam as cobranças.
Carlão prestou esclarecimentos na delegacia e deverá responder em liberdade.
Grupo é investigado por morte de morador
Segundo a investigação, novos administradores foram colocados no lugar dos antigos síndicos e ajudavam a cobrar as taxas. A polícia afirma ainda que o grupo era violento e investiga a participação dos paramilitares na morte de um morador que teria se recusado a pagar.
A operação buscou cumprir dois mandados de prisão e dez de busca e apreensão. Outro alvo foi Gilson Ingrácio de Souza Junior, conhecido como “Juninho Varão”, apontado como chefe da milícia.
Durante a operação, os agentes apreenderam uma caminhonete. Dentro do veículo, encontraram envelopes com nomes que seriam de moradores e os valores das taxas cobradas, além de um pedaço de madeira que, segundo a polícia, era usado para ameaçá-los.
Polícia mira milícia que extorquia moradores em prédio no RJInvestigação aponta que grupo expulsou síndicos e cobrava taxas ilegais de serviços em condomínio com ao menos 1,2 mil famíliasCidades2026-10-14T22:41:45.782ZUm policial militar foi alvo de uma operação da Polícia Civil contra uma milícia suspeita de controlar um condomínio em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Segundo as investigações, o grupo expulsou os antigos síndicos, assumiu a gestão do local e passou a cobrar taxas ilegais dos moradores. O condomínio tem 12 blocos e abriga pelo menos 1,2 mil famílias. De acordo com a polícia, as cobranças incluíam serviços como internet, água e gás, e rendiam mais de R$ 85 mil ao grupo. Moradores que se recusavam a pagar eram ameaçados. 🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Um dos alvos foi o policial militar Carlos Luiz Torres Corrêa, conhecido como “Carlão”. Ele é apontado como integrante da quadrilha e suspeito de ameaçar moradores que não aceitavam as cobranças. Carlão prestou esclarecimentos na delegacia e deverá responder em liberdade. Grupo é investigado por morte de morador Segundo a investigação, novos administradores foram colocados no lugar dos antigos síndicos e ajudavam a cobrar as taxas. A polícia afirma ainda que o grupo era violento e investiga a participação dos paramilitares na morte de um morador que teria se recusado a pagar. A operação buscou cumprir dois mandados de prisão e dez de busca e apreensão. Outro alvo foi Gilson Ingrácio de Souza Junior, conhecido como “Juninho Varão”, apontado como chefe da milícia. Durante a operação, os agentes apreenderam uma caminhonete. Dentro do veículo, encontraram envelopes com nomes que seriam de moradores e os valores das taxas cobradas, além de um pedaço de madeira que, segundo a polícia, era usado para ameaçá-los.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/policia-mira-milicia-que-extorquia-moradores-em-predio-no-rj
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