Política

6x1: Cleitinho defende compensação a empresários

Eleito governador de Minas Gerais, senador propõe reduzir impostos e desoneração na folha para compensar empresários sem reduzir salários

Avatar de Vicklin Moraes
Avatar de Victoria Abel
Avatar de Leandro Magalhães
Vicklin Moraes, Victoria Abel, Leandro Magalhães
O senador Cleitinho, pré-candidato ao governo de Minas Gerais | Ton Molina/Agência Senado

O senador Cleitinho, pré-candidato ao governo de Minas Gerais | Ton Molina/Agência Senado

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), eleito governador de Minas Gerais, defendeu a desoneração da folha de pagamento e a redução de impostos como formas de compensar empresários diante de uma eventual mudança na escala de trabalho 6x1 sem redução salarial. A declaração foi feita nesta quarta-feira (14), em entrevista ao News Noite, do SBT News.

Cleitinho também afirmou ser contrário à proposta do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A proposta prevê uma compensação baseada nas horas trabalhadas.

Na semana passada, o senador mineiro já havia criticado Marinho durante a campanha eleitoral. Segundo Cleitinho, o parlamentar não trabalhou para incluí-lo nos palanques de Flávio Bolsonaro.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.

Siga no Google Discover

O Senado está prestes a votar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada semanal máxima de 44 para 40 horas.

A proposta estabelece uma implementação gradual. A primeira etapa começaria 60 dias após a promulgação, com a redução da jornada para 42 horas semanais e a garantia de dois dias de descanso remunerado.

Doze meses depois, a jornada máxima seria reduzida para 40 horas semanais. Assim, a implementação completa das mudanças levaria cerca de 14 meses a partir da promulgação.

Segundo líderes do governo, regras específicas para determinadas atividades e categorias profissionais seriam negociadas posteriormente por meio de acordos coletivos.

Últimas notícias